quinta-feira, 2 de junho de 2011

Conti Malzbier! Boa Pra quem gosta.

Minha avó paterna, Helena Siems Monich, viveu até os 90 anos e viveu bem. E se tem uma coisa que lembro bem é que ela, de vez em quando, tomava uma gemada com Malzbier. Dizia ela que era um belo fortificante. Mas tenho certeza que ela gostava mesmo é da cervejinha, porque ela também bebia uma clarinha com muito gosto. Ôma, Éin Prosit! Saudades.... 
Essa latinha de Conti Malzbier também foi meu amigo Rafa Rese que trouxe lá do Paraguay especialmente para minha degustação. Valeu Rafa.

Conti Malzbier By Monich
Na aparência essa malzbier manda bem. Líquido bem escuro, creme bege achocolatado, média altura, bem consistente e que durou bastante.
Nos aromas bastante caramelo, um pouco de malte e, como eu imaginava, nada de lúpulo.
O sabor logo de início mosta sua potência adocicada com um toque de melado e que, com paciência, dá para sentir um pouco de caramelo e até um leve café.
O retrogosto não poderia ser diferente, adocicado.
Cerveja de médio corpo, sem muita carbonatação, um tanto adocicada demais para o meu gosto e sem muitas surpresas.
Com certeza minha avó iria gostar de fazer uma gemada ou mesmo tomá-la pura, mas eu não sou fã desse estilo. Respeito quem gosta, mas prefiro umas menos doces.

Resumex:
Álcool (%):  4,00 %
Ingredientes: Água, malte, carboidratos, corante caramelo, lúpulo, acidulante INS 270, Estabilizante INS 405 e Antioxidante INS 316.
Cervejaria: Casa Di Conti.
Estilo: 23. SPECIALTY BEER – Malzbier
Tipo de Copo: Chopp
Volume:  350 ml
Temperatura de serviço: entre 0 a 4 graus
Preço Médio: R$ 1,80
Onde comprar: Em Joinville não encontrei.
País de origem: Brasil
Localização da Fábrica: Cândido Mota - SP - Brasil
Degustada em: 13/03/2011.

Curiosidades:
  • A Malzbier é uma bebida produzida na Alemanha, com teor alcoólico abaixo de 2,0%, geralmente escura, doce e aromática, e considerada mais um tônico do que uma cerveja. É também um tipo de cerveja muito popular no Brasil, que usa aditivo caramelo e possui teor alcoólico mais elevado que sua homônima alemã.
    Fonte: Livro Larousse da Cerveja de Ronaldo Morado.
  • No Blog do Brejas você também pode encontrar um excelente texto do Maurício Beltramelli sobre Malzbier. Acesse: http://www.brejas.com.br/blog/18-12-2009/nem-toda-cerveja-escura-malzbier-4296/
  • Há muitas história sobre a recomendação de malzbier para mulheres que estão amamentando ou ainda como fortificante ou afrodisíaco, mas acredito que a maioria é lenda urbana mesmo.
Cerveja em Vídeos:
Pesquisei mas não encontrei nada de vídeos sobre a Conti Malzbier.

Ranking no Estilo:
Mesmo a Malzbier não sendo um estilo efetivamente mas considerando que há muita variedade de cervejas desse tipo, vamos então criar um ranking para ela:
01 - Conti Malzbier

SInceramente não sou nada fã das Malzbier e acho elas MUITO doces, mas vamos degustar as que aparecerem no caminho.


Sigo eu, desviando de algumas, procurando outras e postando todas.  
Até o próximo...

terça-feira, 31 de maio de 2011

7a e 8a Brassagens também no mesmo dia

No dia 13 de março de 2011, resolvemos fazer novamente duas brassagens na seguida, aproveitando assim o desce e sobe de equipamentos e tudo mais. Lembrando que nosso equipamento é para produzir levas de 20 litros, então é bastante empenho.
Como a Black Hawk Down estava com estoque zerado e a nós queríamos também dar uma ajustada na Alpina Weissbier, essas foram as duas escolhidas.
Tenho poucas fotos mas ficam para registro


Maltes para a produção By Monich
Alguns maltes eu ainda tinha em casa, outros busquei no Dorval da Masterbrau. Tudo calculado e pesado direitinho pra não dar merda problema.
Black Hawk Down na Panela By Monich
Nessas brassagens de repetição e de ajustes normalmente ocorre tudo certo, sem surpresas. 
As duas foram tranquilas e a surpresa mesmo ficou com a fermentação das duas que deram Show.




A fermentação da Weissbier estava um reloginho, uma bolha atrás da outra, perfeita.




Já a fermentação da Black Hawk Down cagou toda a parede e o chão exigindo uma injeção extra de água no air lock.


Devidamente engarrafadas By Monich


Mas todo esse esforço vale a pena. Vejam depois de engarrafadas. Dá orgulho não?


Sigo eu bebendo e degustando as já feitas e preparando as próximas brassagens.
Até o próximo...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Jahu uma cerveja mas muitas histórias.

Fazia um tempo que eu estava procurando por aqui as famosas cervejas do Seu Loefler de Canoinhas. Principalmente depois de ver o documentário Cerveja Falada. Mas não encontrei na cidade. Porém, meu amigo Felipe Romer Batista me fez um grande favor e trouxe de presente as cervejas místicas fabricadas em Canoinhas pelo saudoso Rupprecht Loefler. Na ocasião do presente o próprio Loefler ainda estava entre nós. Obrigado Felipe pelo excelente presente e MUITO obrigado seu Rupprecht por oferecer tanto para cultura cervejeira. iniciei a degustação pela curiosa Jahu.


Jahu By Monich
Há que se entender as cervejas da Canoinhense são fabricadas de forma bem rústica e artesanal utilizando a mesma levedura a muito tempo.
A aparência agradou pela coloração cobre clara e turva, creme bem branco de pouca altura mas de boa consistência e média duração, restando uma camada perene sobre o líquido.
Nos aromas um leve toque de cereal e floral e uma acidez um tanto estranha.
Surpreendentemente nada de doce no início, porém muita acidez e amargor forte. O adocicado demorou um pouco mais apareceu, ficando este adocicado no retrogosto.
É uma cerveja de corpo médio, com pouca carbonatação, que apresentou uma alta picância na língua e uma acidez que incomodou um pouco, mas é no mínimo diferente.



Resumex:
Álcool (%):  4,50 %
Ingredientes: não declarados.
Cervejaria: Cervejaria Canoinhense.
Estilo: 18A. Belgian Blond Ale
Tipo de Copo: Taça
Volume:  600 ml
Temperatura de serviço: entre 5 a 7 graus
Preço Médio: R$ 5,00
Onde comprar: Em Joinville não encontrei.
País de origem: Brasil
Localização da Fábrica: Canoinhas - Brasil
Degustada em: 13/03/2011.


Curiosidades:


Cerveja em Vídeos:
Por não ser uma cerveja produzida em larga escala não há vídeos comerciais sobre ela. O que encontrei e achei válido foi esse belíssimo vídeo do programa Bytes and Beer sobre as cervejas da Canoinhense:


Bytes an Beer - Cervejas da Canoinhense




Ranking no Estilo:
Nesse estilo essa é a segunda cerveja degustada. Vamos então criar o ranking no estilo:
01 - Leffe Blond
02 - Jahu


Infelizmente não tive o prazer de conhecer o Seu Loefler pessoalmente mas todos os relatos são de que seu coração era enorme e sua cultura cervejeira MAIOR AINDA. É de exemplos assim que estamos precisando.
Sigo eu, aprendendo muito com os humildes sábios e registrando aqui minhas impressões.  
Até o próximo...

sábado, 28 de maio de 2011

Cerpa Gold! Para ser ouro faltou algo.

Tenho trocado de supermercados propositalmente para verificar se há alguma alteração no cardápio das prateleiras. A conclusão é de que somente o Angeloni em Joinville tem arriscado e coloca novos rótulos a venda. Aproveitei uma dessas passadas em outro mercado e a única que ainda não tinha degustado era a Cerpa Gold. Vai essa mesmo.
Cerpa Gold by Monich
Aparência sem destaques. Líquido dourado bem clarinho com uma espuma branca de altura média, boa consistência mas pouca duração.
Nos aromas um destaque positivo para algum lúpulo herbal além do aroma levemente maltado. Nenhuma surpresa negativa. 
Sabor mais maltado porém é possível perceber um leve lúpulo. 
Retrogosto mais adocicado. Ficou um tanto desequilibrada faltando mais um pouco de lúpulo para o meu gosto.
Cerveja bem leve, até um pouco aguada, com excelente drinkability, média carbonatação, 
que refresca, mata a sede e a curiosidade. É levemente difente das demais cervejas de massa. Um pouco melhor ou menos ruim diria eu.
Lembrando das demais cervejas da Cerpa, acredito que sejam muito parecidas. Não faz sentido três rótulos tão perto do mesmo resultado. Nesse caso ainda fico com a Cerpa Export, depois a Draft e essa Gold fica por último. 

Resumex:
Álcool (%):  4,50 %
Ingredientes: Água, malte, cereais não malteados, carboidratos, lúpulo, antioxidante INS 223, estabilizante INS 405 e gás carbônico natural.
Cervejaria: Cervejaria Paraense S.A.
Estilo: 1B. Standard American Lager
Tipo de Copo: Chopp ou Caldereta
Volume:  355 ml
Temperatura de serviço: entre 0 a 4 graus
Preço Médio: R$ 1,80
Onde comprar: Em Joinville encontrei no Big.
País de origem: Brasil
Localização da Fábrica: Belém - Brasil
Degustada em: 12/02/2011.

Curiosidades:
  • A CERPA valoriza e patrocina há muito tempo o futebol do Pará, independentemente da situação dos times. Tanto o Remo como o Paysandu levam na camisa o logotipo da CERPA.


Cerveja em Vídeos:
Muito dificuldade para encontrar informações sobre a cerveja e até mesmo da cervejaria. Já vídeos temos vários. Separei alguns:

Comercial de Lançamento Cerveja Cerpa Gold

Cerpa Gold


JASON


Ranking no Estilo:
Com essa já são vinte cervejas degustadas no estilo 1B. Standard American Lager. Vamos atualizar o ranking no estilo:
01 - Bierland Pilsen
02 - Eisenbahn Natural
03 - OPA Bier Chopp Pilsen
04 - OPA Bier Cerveja Pilsen
05 - CERPA Draft
06 - Estrella Damm Barcelona
07 - Devassa Loura
08 - Polar Export
09 - Schneider
10 - Paceña
11 - Norteña
12 - Quilmes
13 - Budweiser
14 - Sol México 
15 - Dos Equis
16 - Cerpa Gold
17 - Glacial
18 - Skol Beats
19 - Conti Bier
20 - Sol Brasil

Mundo que não pára de girar.
Sigo eu, bebendo um pouco menos e postando um pouco mais.  
Até o próximo...

terça-feira, 24 de maio de 2011

Paceña. Na Bolívia também bebem cerveja.

Essa cerveja Boliviana meu velho amigo Marcos Alberti ganhou e automaticamente me presenteou. Valeu pela lembrança e obrigado pela Paceña.
Lata da Paceña
A aparência até agradou, iniciando pelo líquido que estava mais dourado do que eu esperava. A espuma bem banquinha não subiu tanto, mas tinha boa consistência e teve uma média duração.
Os aromas estavam fracos com destaque para o maltado e lúpulo bem de leve.
O sabor estava até melhor do que eu esperava. Ela é um pouco mais maltada e reforçou o sabor com um adocicado logo rebatido por um lúpulo herbal leve mas suficiente para equilibrar. De retrogosto ficou um adocicado e seco.
Cerveja de corpo leve com alta carbonatação que não é nenhum espetáculo mas também não veio cheia de defeitos. Cumpre seu papel e é opção para refrescar. 
Até procurei em alguns mercados e bares mas não encontrei essa cerveja por aqui. Eu queria mesmo é mais umas duas para degustar novamente. Valeu como experiência mas, atualmente, temos por aqui no Brasil cervejas mais saborosas. 

Resumex:
Álcool (%):  4,80 %
Ingredientes: Água, malte, adjuntos cervejeiros, lúpulo, antioxidante 224, estabilizante 405.
Cervejaria: Cervecería Boliviana Nacional S.A.
Estilo: 1B. Standard American Lager
Tipo de Copo: Chopp ou Caldereta
Volume:  330 ml
Temperatura de serviço: entre 0 a 4 graus
Preço Médio: R$ Não identifiquei
Onde comprar: Em Joinville não encontrei.
País de origem: Bolívia
Localização da Fábrica: La Paz - Bolívia
Degustada em: 06/02/2011.

Curiosidades:
  • A Paceña é a cerveja mais consumida na Bolívia.
  • A Cervejaria Boliviana Nacional é uma das maiores pagadoras de impostos na Bolívia e também uma das maiores empregadoras.
  • A Cervejaria foi fundada em 1877 na cidade de La Paz. Possui, atualmente, 98% do mercado boliviano com fábricas na capital, Santa Cruz de La Sierra e Cochabamba.
  • As cervejas produzidas na Cervejaria Boliviana Nacional exporta cervejas para os EUA, Espanha, Chile, Inglaterra, Japão, Austrália e Suíça. 
  • Em 2004 a cervejaria foi premiada com o "Eco-Eficiência" pelos trabalhos de preservação ambiental.
  • Conforme matéria publicada por Valor Econômico a Ambev, maior fabricante de cervejas da Bolívia está passando por um período de sobressaltos em sua relação com o governo Evo Morales. A empresa, controlada pela Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), foi multada há dois meses sob acusação de práticas monopolistas e de abuso de mercado. A indisposição chegou ao ponto de setores do governo terem começado a cogitar a possibilidade de a empresa ser estatizada, segundo fontes ouvidas pelo Valor.  Fonte: http://boletiminternacional.wordpress.com/2011/01/18/cervejaria-da-ambev-passa-por-desconforto-na-relacao-com-evo/
Cerveja em Vídeos:
Muitos vídeos da Paceña disponíveis. Destaque para o tempo de cada comercial. Separei alguns:
Translado

Brindis

La Fiestita



PACEÑA 2010


Ranking no Estilo:
Agora são dezenove cervejas degustadas no estilo 1B. Standard American Lager. Vamos atualizar o ranking no estilo:
01 - Bierland Pilsen
02 - Eisenbahn Natural
03 - OPA Bier Chopp Pilsen
04 - OPA Bier Cerveja Pilsen
05 - CERPA Draft
06 - Estrella Damm Barcelona
07 - Devassa Loura
08 - Polar Export
09 - Schneider
10 - Paceña
11 - Norteña
12 - Quilmes
13 - Budweiser
14 - Sol México 
15 - Dos Equis
16 - Glacial
17 - Skol Beats
18 - Conti Bier
19 - Sol Brasil

Acho que em um teste cego esse ranking se alteraria, com certeza.
Sigo eu, esperando que o mundo pare para eu postar todas as já degustadas.  
Até o próximo...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Cordoba Dorada - Pilsen Mesmo?

Tenho percebido que as cervejas de massa argentina são, de alguma forma, melhores que as nossas de massa. Normalmente mais maltadas e mais lupuladas. Essa Cordoba Dorada eu não conhecia. Então aproveitei que era novidade no mercado e coloquei no carrinho de compras.
Cordoba Dorada
Em relação as outras argentinas essa é de uma coloração um pouco mais fraca, com um dourado bem de leve e bem translúcida. Por outro lado o creme bem branquinho subiu bem, apresentou uma boa consistência e durou bastante.
Os aromas agradaram com potência do malte, biscoito, mel e lúpulo floral bem de leve.
O sabor apresenta um maltado com adocidado evitente e donimador. Mesmo com o lúpulo tentando amargar o adocidado toma conta com um mel e açucar mascavo.
Ainda no retrogosto o adocicado mantém-se até incomodando um pouco.
É uma cerveja de corpo leve, com carbonatação abaixo da média que ficou devendo na aparência e também no sabor. Faltou corpo e amargor. Não é ruim mas fica devendo.
Realmente eu esperava um pouco mais dessa cerveja, mas mesmo assim é possível notar que os argentinos estão com uma cultura cervejeira avançada em relação a nossa. Ainda não degustei nenhuma artesanal argentina, mas já ouvi falar muito bem delas. Eu gostaria é de ter experimentado a que era produzida em Córdoba mesmo para ver se o sabor era o mesmo. Nos resta aprender com os Argentinos, mas essa Córdoba de hoje pode ficar por lá mesmo. Até porque, na minha opinião não é uma German Pilsner e sim uma Premium American Lager e parecidas com essa temos muitas por aqui.

Resumex:
Estilo: 2A. German Pilsner (Pils)
Álcool (%):  4,70 %
Ingredientes: Água, malte, cereais, lúpulo, antioxidante 224 e estabilizante 405.
Cervejaria: Compañia Industrial Cervecera S.A.
Localização da Fábrica:  Santa Fé - Argentina
País de origem: Argentina
Tipo de Copo: Chopp ou Caldereta
Temperatura de serviço: entre 0 a 4 graus
Volume:  1.000 ml
Preço Médio: R$ 6,20
Onde comprar: Encontrei no Angeloni.
Degustada em: 05/02/2011

Mais sobre o Estilo:
Conforme o BJCP (Beer Judge Certification Program) o Estilo 2. Pilsner é subdividido em três:
2A. German Pilsner - Pils
2B. Bohemian Pilsener
2C. Classic American Pilsner
A classificação em um estilo ou outro está relacionada com os ingredientes, tipos de maltes, graduação alcoólica, coloração e IBU amargor. A Krombacher PIls é classificada como 2A - German Pilsner - Pils. Conforme Ronaldo Morado, no livro "Larousse da Cerveja", as cervejas desse estilo possuem um caráter menos maltado e mais lupulado. Com espuma branca, cremosa e persistente.

Curiosidades:
  • A cerveja Cordoba Dorada é uma Pilsen de longa tradição na província de mesmo nome.
  • Começou a ser desenvolvida em 1917, em Córdoba, com água, cevada maltada e lúpulo selecionado.
  • Atualmente a Cerveja Cordoba Dorada é produzida na cidade de Santa Fé na Argentina em uma planta reconhecida como uma das mais modernas da América do Sul.
  • Em 2010 ocorreu a demolição da chaminé da antiga cervejaria Cordoba localizado na Calle Arturo Orgaz. Uma parte da história se perde. Algo que não irá se recuperar, independente do que será construído no local.
  • Em 1995 a Companhia de Cervejarias Unidas inicia suas atividades na Argentina e em 1998 incorpora em seu portfólio a cerveja Córdoba, tradicional cerveja elaborada na cidade de Córdoba desde 1917.
  • CCU Argentina é uma sociedade cujos principais acionistas são da CCU do Chile (Majoritários) e Anheuser-Busch. 
  • Entre as inovações mais importantes desenvolvidas na planta onde se produz a cerveja Cordoba se destacam:   -  A sala de cozimento mais moderna da América do Sul cujos 18 cozimentos diários são record no país. -  Três linhas de envase de garrafas, uma de latas e uma de barris conseguem entregar mais de 20 milhões de litros de cerveja por mês.
  • Com mais de 150 anos de tradição histórica, CCU SA é uma empresa diversificada de bebidas e com operações, principalmente no Chile e Argentina.
  • CCU é a maior cervejaria do Chile e a segunda na Argentina. A companhia tem contratos de licença, distribuição e/ou joint venture com Heineken, Brouverijen B.V., Anheuser-Busch Inc., PepsiCo Inc., Paulaner Breuerei AG, Schweppes holgings Limited e Watt's Alimentos..
Cerveja em Vídeo:
Separei três vídeos de comerciais da cerveja Cordoba e um sobre a derrubada da chaminé.

Amigos

Faculdade

Aprendizagens

Derrubada da Chaminé

Meu Ranking no Estilo:
Com a Cordoba são cinco cervejas degustadas nesse estilo. Ainda é muito pouco. Vou buscar outras dessas pois tenho um carinho especial por cervejas desse estilo. Vamos atualizar o ranking no estilo então:
01 - König Pilsener
02 - Wernesgrüner
03 - Krombacher Pils
04 - Warsteiner Premium Verum
05 - Cordoba Dorada

Sigo eu, já sentindo um vento mais frio e isso pede cervejas mais encorpadas, com certeza.
Até o próximo...